Citando

‘Mais do que tudo, escrevo para fugir de um pensamento absurdo e muito antigo: o que fazer dos dias? A ideia de que a vida é uma experiência única e breve é aterrorizante. Sabendo disso, vêm as perguntas: quais as coisas certas a serem feitas? O que é realmente importante? Onde usar o tempo? É fato que quando escrevo nada disso me preocupa. Todos os problemas e questionamentos de uma vida se transferem para as personagens que estou criando. Ao invés de pensar sobre o sentido de tudo, sou obrigada a resolver um problema de narrativa ou procurar a palavra exata, a frase certa, o andamento para determinada passagem. A arte é uma maneira de superar o tempo e matar tempo. Ao menos é assim que eu me sinto quando escrevo e também quando leio um livro.’

Adriana Lunardi, em entrevista ao Suplemento Literário Pernambuco deste mês de maio.

Adriana é autora de ‘A vendedora de fósforos’.

Suplemento é uma publicação mensal sobre literatura. Aqui em Fortaleza acho fácil na revistaria da Livraria Cultura. Custa apenas dois reais.

Para os curiosos, mais sobre o Suplemento aqui:

http://www.suplementope.com.br/

https://twitter.com/suplementope

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