Citando

‘…ela gosta de literatura pesada, de becos sem saída, de agressões surdas, de aporias, incomunicabilidades exasperantes e gaguejantes – mas só na literatura, na vida real ela quer final feliz, na vida real ela quer casar (como num sonho campestre de um livro de Jane Austen), na vida ela quer se sentir bem e se sentir amada, na vida ela quer a doce sensação de permanência – a doce sensação de permanência – ela sussurrou, será que isso é bom?’

(Cristovão Tezza em ‘Um erro emocional’)

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