Citando

‘…o que pra dizer a verdade nem lamento tanto, e mais, a cada dia lamento menos, ainda mais agora, que a única coisa que posso fazer é ler esses livros para saber algo dela, agora, que já faz dez anos que tudo se acabou, agora, que já é tarde demais para tudo, salvo para ler e desejar – como ela dizia –  que tudo escreva ao nosso redor, e poder então dizer, por exemplo, que a conheci sem conhecê-la, e escrever isso para não calar, sobretudo porque preciso não calar e escrever sobre ela, não posso silenciar…’

Enrique Vila-Matas, em ensaio intitulado ‘Escreve-se para observar como morre uma mosca’, que tem como tema a escritora francesa Marguerite Duras. O texto está publicado na revista Serrote 11.

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