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E ele ficava feliz de estar morando ali com a mulher que amava tanto, ali perdidos e corajosos no seu isolamento. Logo ele voltava  para a cama e o fato de ter a mulher ali com ele vencia todos os seus sobressaltos e medos. E era uma coisa que ele descobria com a própria experiência. Amar – amar muito – tornava as pessoas senão indestrutíveis, pelo menos cheias de bravura.

(Sérgio Sant’Anna em ‘Eles Dois’, conto do livro ‘O Homem-Mulher’)

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